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Depois...
...e se virássemos semente e nas entranhas do solo, sozinhos, dormíssemos eternamente
um eterno curtinho, um lapso de tempo, para numa tarde de verão, brotar do chão calmamente, depois do furacão...
Depois do fim do mundo, ressurreição...
Há sete dedos de altura, à sete palmos do chão, em sete dias, sete vezes morreria e qual Fênix arrependida brotaria novamente, sete rosas abririam sucessivamente...
da minha boca cuspiria sete pequenas sementes...
Escrito por MIM às 18h21
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